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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Um fim de semana em Chicago!



Chicago está entre as 3 maiores cidades dos Estados Unidos e recebe aproximadamente 86 milhoões de turistas por ano.

É em Chicago que está localizada a maior biblioteca (Harold Washington Library Center) e a fonte mais iluminada (Buckingham Fountain - no Grant Park) do mundo.

A Torre Willis (ex-Sears Tower) é o edifício mais alto do hemisfério ocidental em 110 andares. Seus elevadores estão entre os mais rápidos do mundo.

E assim vai, tantas outras curiosidades sobre Chicago, das quais tive a oportunidade de conhecer este final de semana. Fiquei por lá 02 noites e 03 dias, hospedada em um albergue chamado Hostelling International Chicago, que tem diárias a partir de $30 - com café da manhã incluso. O albergue está muito bem localizado em Downtown (centro da cidade), e é muito organizado, limpo e com um excelente serviço. Como eu reservei em cima da hora, haviam apenas quartos privados disponíveis, o que me custou $76 a diária (para até 02 pessoas). Mesmo assim, achei que ainda valeu muito a pena financeiramente em vista que os hotéis ao redores não possuiam tarifas menores do que $150 a diária. O albergue se diferenciou do hotel pelo fato dos banheiros serem compartilhados e não serem dentro do quarto, e no café da manhã, você deve ser responsável por lavar sua própria louça. Mas em nenhum momento presenciei o banheiro sujo e não me incomodei em lavar um prato e um copo pela manhã. O albergue possui internet wireless gratuita, computadores disponíveis com acesso a internet ($1 a cada 10 minutos de uso), sala com tv e dvd's, dicas de passeios e até encontros com outros viajantes no qual um morador da cidade voluntariamente se torna guia e nos leva para conhecer a cidade... É uma experiência bem bacana.

Essa é a foto do quarto que fiquei:




Minha viagem jamais teria graça sem minha querida amiga Aldeíde, que ficou hospedada comigo e vivenciou também toda essa experiência em Chicago.


O ROTEIRO

Cheguei lá na sexta-feira no ínicio da noite e desci no aeroporto Midway.
Chicago tem um ótimo serviço de transporte público. O próprio aeroporto é conectado com a estação de trem Midway (linha laranja)- a qual eu tinha que pegar para chegar no albergue.

Fiz meu Check-in no albergue e esperei pela Aldeíde para jantarmos e dar uma volta aos redores. Que saudades que eu estava dela! Depois de uma hora papeando para matar a saudades, caminhamos até a fonte - Buckinghan Fountain - no Grant Park.

Clique aqui para ver o vídeo da Buckinghan Fountain.



Essa fonte é um dos marcos mais populares de Chicago e como eu já escri anteriormente, é uma das maiores fontes do mundo (possui 134 jatos alimentados por 3 bombas). Fomos de noite porque dizem que a animação é melhor bem vista ao anoitecer – após as 8pm – quando é acompanhada por música e holofotes.



De lá, mortas de fome, fomos para o Exchequer Restaurant & Pub, e comemos a famosa Pizza Chicago.
Deliciosa!





E o papo foi até as 2h da manhã, quando finalmente nos rendemos ao sono.

No dia seguinte iniciamos nossa rotina cedo: 8:15 pulamos da cama, tomamos um banho, descemos para o café da manhã e simbora pra caminhada até o Millenium Park.

Dizem que o Millenium Park, como atração turistica, só perde para o Navy Pier (o qual iamos no final da tarde).

Vale a pena ver no Millenium Park:

- Jay Pritzker Pavilion: onde acontecem grandes shows e eventos gratuitos. Estilo revolunário de concertos ao ar-livre. Quando fomos estava tendo aula gratuita de zumba (clique aqui para ver o vídeo). Muito legal!



- Cloud Gate: escultura de aço inoxidável, que refletem o famoso horizonte de Chicago e as nuvens. Um arco de 12 metros de altura oferece uma "porta" para a câmara côncava abaixo da escultura, convidando os visitantes a tocar a sua superfície espelhada e ver sua imagem refletida a partir de diversas perspectivas.







- Crown Fountain: a fonte consiste em duas torres de 50 metros, nas quais são projetas imagens de cidadões de Chicago – uma referência ao usao tradicional de gárgulas em fontes – onde rostos de seres mitologicos foram esculpidos com bocas abertas para permitir que a água, um símbolo da vida, a fluir para fora. Eu não arrisquei me molhar, mas sem dúvida é a atração preferida das crianças.





- Nichols Bridgeway: a ponte liga o parque ao The Arte Intitute of Chicago’s Modern Wing. A ponte se eleva sobre o Jardim Lurie e cruza Monroe Street. Oferece uma vista deslumbrante do parque, da cidade e do Lago de Michigan.



De lá, pegamos um trem e um ônibus até o Museum of Science and Industry. A entrada é $15 e existem algumas atrações extras, da qual você compra separadamente, caso queira. Eu comprei para ver o filme sobre os furacões que acontecem nos Estados Unidos, como desdenvolveram os estudos e pesquisas que ajudaram os moradores a saber com mais antecedencia a chegada de um furacão, dando tempo à eles de se protegerem. A atração extra foi mais $8.

Clique aqui para ver o vídeo de um robô desenhando.

Clique aqui para ver o vídeo de um robô dançando com a minha foto.

Clique aqui para ver um vídeo divertido - Cada vez que eu andava em frente do video em que haviam pessoas rindo, as pessoas do vídeo riam mais ainda.



Mas o museu é enorme. Daria para passar o dia inteiro lá. Tem muita coisa legal para se ver. Sem dúvida, o melhor e mais interessante que eu já conheci até hoje. Vale muito a pena ir!




Saindo do museu, já por volta das 4/5h da tarde, fomos direto para o Navy Pier. Lá é bem legal e uma ótima opção para quem procura atividades gratuitas. Acontecem diversos shows por lá que não são pagos, como: mágica, circo, música...
Mas claro que atrações pagas também não faltam. rs

Existe teatro com musicais (a ingresso custa por volta de $23), roda-gigante, carrosel, chapéu mexicano... e muiitas lojinhas.




O que vale a pena ver por lá:


- Ferris Wheel (Roda-Gigante) equivalente a 150 metros de altura - com duração de 7 minutos. Oferece uma vista incrível de Chicago e das proximidades do Lago. A roda tem 40 gôndolas, cada uma com capacidade para 6 passageiros. A noite a roda gigante é iluminada por milhares de luzes brilhantes. O ingresso custa $6 por pessoa.

Clique aqui para ver o vídeo feito na Roda-Gigante





- Durante o verão, todo sábado às 10:15pm acontece uma queima de fogos. Dizem que o melhor lugar para assistir é na área do LandShark Beer Garden. Aliás, é uma das áreas mais animadas do pier, pois tem uma banda tocando. O espaço é aberto e acabei não ficando lá antes por conta do vento.

Clique aqui para ver o vídeo dos fogos.



Estavamos super cansadas, e logo após a queima de fogos, retornamos para o albergue desejamos imensamente uma cama para dormir.

Na manhã seguinte acordamos por volta das 9h e após a rotina matinal, fomos para uma das atrações que eu mais esperava ver.

Há 01 ano atrás, eu havia postado uma matéria chamada "Elevador de vidro existe".

Mal sabia que um ano depois, eu estaria lá. Exatamente lá, no famoso elevador de vidro, do qual eu tinha achado o máximo e do qual eu "sonhava" em conhecer.


Eu nem me lembrava mais disso até o momento em que comecei a elaborar minha programação em Chicago. Quando me dei conta que o elevador de vidro era ali, o Skydeck (como é chamado), entrou na minha lista de um lugar impresindível de se visitar...



Meu coração até pulou de felicidade, sabendo que eu teria a oportunidade de conhecer e vivenciar aquela experiência de estar em um bloco de vidro há 412 metros do chão.

Sonho realizado? Sem dúvida...! E a sensação? Nossa... minhas pernas até bambearam para sentar ali. Mas foi realmente inacreditável. A vista é incrível e sem dúvida, uma atração que valeu muito a pena.








A entrada custa $17. Mas alguns hotéis oferecem por preços mais em conta. Eu paguei apenas $12 no meu ingresso (comprado na recepção do albergue)

De lá, fomos para a última parada antes do retorno para casa: a praia!
Fomos para a North Beach Avenue. A praia estava cheia, e ficamos sentadas no bar e restaurante Castaways. O serviço é ótimo e a comida também. É um ambiente bem animado! Vale a pena conferir.

Clique aqui para ver o vídeo da praia.

Clique aqui para ver o vídeo da praia.







E de lá, em fim, acabou-se.

Ah, também tive uma excelente experiência voando Southwest. Na ida, a comissária de bordo cantava e o comissário explicava as regras de segurança de uma maneira divertida. Claro, que todos aplaudiram no final. Foi demais! Até pensei que fosse uma inovação delese que veria isso em todos os vôos, mas na volta não foi assim. Porém, na volta me surpreendi também com o tempo de vôo. Ao embarcar, o comandante disse que provavelmente chegaríamos alguns minutos antes do previsto - pensei eu: 5/10 minutos no máximo... - E para minha surpresa: 50 minutos mais cedo. Alguém já viu um vôo chegar 50 minutos mais cedo do previsto. Se a rota costuma demorar 5 horas, como pôde demorar apenas 4h10? Ótimo! Totalmente satisfeita com a Southwest. O serviço de bordo também é ótimo, as aeronaves tem internet disponível para os passageiros por apenas $5(ilimitado durante o período do vôo)e você não paga a primeira mala a ser despachada. Sensacional!

Clique aqui para ver o vídeo da aeromoça cantando.

E assim terminou mais um fim de semana maravilhoso!

Fonte-auxílio: City of Chicago.

domingo, 28 de março de 2010

Os 10 lugares que você não vai querer viajar de jeito nenhum!

O site listverse, que se propõe a reunir as listas mais interessantes dos mais diversos assuntos que você possa imaginar, elegeu os 10 piores lugares do mundo para serem visitados. E deu Brasil na cabeça!

A Ilha de Queimada Grande, que fica a 35km de Itanhaém, litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Ela só é paradisíaca numa foto tirada bem de longe. De perto, na verdade, seria bem difícil alguém tirar uma foto e continuar vivo para mostrá-la a alguém.

Por quê? Bom, porque ela possui a incrível média de nove cobras por metro quadrado - são cerca de quatro mil no total. E não são cobrinhas inofensivas, não. São todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes. Para se ter uma idéia de como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha. Veja bem: a entrada na ilha é proibida. Se você quiser visitá-la, você não é corajoso - é maluco mesmo.



A Ilha da Queimada Grande, tão próxima de São Paulo, deixou para trás lugares como Chernobyl (Ucrânia), cidade do maior desastre radioativo do mundo - uma explosão num reator da usina nuclear, gerando uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa. O acidente de Chernobyl teve 100 vezes mais radiação do que as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki durante a II Guerra Mundial. Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje - e permanecerão por décadas --, algumas pessoas ainda moram por lá. Ao contrário da Ilha de Queimada Grande, que é inabitada.



O terceiro pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama - sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado. Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai?



Para o listverse, o quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira (até mesmo a Fernão Dias) parecer uma Autobahn alemã. A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e - acredite - não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros. Ah, e tem uma neblina incessante também. Resultado: de 200 a 300 mortes são registradas por ano nessa estradinha do inferno.



O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantescos.

Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas. Os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram - os demais foram trucidados pelos crocodilos. "Era a cacofonia do inferno o som dos gritos de soldados sendo mastigados pelos crocodilos", relatou um sobrevivente. Credo!



Para ver a lista completa (em inglês),clique aqui.

CréditosYahoo Brasil

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A Bahia é lider no Nordeste!



Nem Ceará, nem Pernambuco. A Bahia desbancou todos os Estados do Nordeste e é líder absoluta na atração de visitantes na região. A informação é da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e foi divulgada em 06/01 ao trade de Salvador (BA) pelo secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, e pela presidente da Bahiatursa, Emília Salvador.

De acordo com o relatório, a Bahia conquistou 9,052 milhões de turistas em 2008. O número de visitantes de outras regiões brasileiras que foram ao Estado foi de 4,081 milhões. Os estrangeiros desembarcaram na Bahia em um número de 514 mil no mesmo período, o que representa uma participação de 5,7% do fluxo global. “Isso coloca a Bahia em uma posição privilegiada, uma vez que no Brasil a média de visitantes de outros países chega a 3,9%”, ressaltou Leonelli.

O número de baianos viajando no próprio Estado também representa uma fatia significativa no segmento. No documento elaborado pela Fipe, consta que a participação local no fluxo nacional é de 52,2%. Entre os turistas que vêm de outros Estados para a Bahia, os principais destaques são para os mineiros, com 1,26 milhão de visitantes, e os paulistas, com 1,22 milhão.

Cantada em prosa e verso, a Bahia é, decididamente, a Terra da Felicidade, como a descreveu Ary Barroso, na música Na Baixa do Sapateiro.

Mas porque será que a Bahia encantou a encanta a tanta gente?
A resposta só pode ser dada por quem conhece a Bahia, suas belezas naturais, mas também a sua cultura e a sua gente, frutos da miscigenação do índio, do europeu e do africano, que aqui se ligaram, gerando uma energia mágica, envolvente e misteriosa.

Não foram poucos os que tentam traduzir em palavras essa magia. O certo é que a Bahia é tudo que já falaram dela e muito mais. Se for possível sintetizar esse sentimento a palavra mais próxima seria diversidade. A Bahia é indígena, negra, branca, mulata, cafusa e mameluca. É católica, evangélica e também dos cultos afro-descendente, do candomblé e das 365 igrejas, é de toda fé. A Bahia é pop, é reggae, é rock e axé. É barroca, neoclássica e moderna. É sol e mar e também do sertão. Da Cidade Alta e Baixa e é rural. É de rapel, mas também do golfe, do canyoning, da canoagem e do mergulho. Enfim, a Bahia é muito mais!

Por tudo isso, é que os baianos vivem a repetir o simbólico verso de Dorival Caymmi: Você já foi a Bahia, nega? Não, então vá, então vá, então vá...




Fonte: Panrotas - Noticia publicada em 06/01/2010 e Site da Bahia
Texto adaptado por Ana Claudia Maltempi

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Neve no Rio!

Vai nevar na praia de Botofago!



"O evento Campeonato Internacional de Esportes de Neve consiste na montagem de uma pista de ski e snowboard em plena praia carioca"

A pista é feita com neve mesmo, que é obtida através de um processo desenvolvido por, acreditem, um brasileiro! André Spinola, desenvoleu através do uso de uma nova tecnologia pistas naturais do circuito de neve dos países frios (e cabe ressaltar que essa atividade é considerada ecologicamente correta).

É a primeira vez que acontecerá esse evento.
O fato de ser um evento de porte internacional, certamente mais uma vez colocará à mostra a pontencialidade do Brasil para realização de grandes eventos e certamente também seu imenso potencial para o turismo.

O secretário de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, comemora a realização do evento na cidade:

Trata-se de um evento diferenciado, que fica ainda mais especial ao ser realizado no cenário espetacular da Enseada de Botafogo. Ganha o evento em beleza e ganha o Rio, por enriquecer sua programação de inverno para cariocas e turistas – relata.


"Inserir o Rio de Janeiro e o Brasil, no circuito das grandes competições dos esportes na neve realizadas no mundo, difundir o esporte no Brasil quebrando o conceito de esporte da elite, com um evento anual que terá sua primeira etapa no Rio de Janeiro, proporcionando um espetáculo para os cariocas, além de atrairmos a atenção do Brasil e do Mundo para este evento inédito e único, pois o contraste da praia, do calor, e do sol com a neve será uma experiencia fascinante e pioneira, que irá gerar mais visibilidade a nível internacional para o Rio de Janeiro, fluxo de turismo, demonstrando capacidade, criatividade e ousadia."

O evento será realizado, nesse final de semana, nos dias 19 e 20 de setembro, na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro.

A previsão é de que aproximadamente 35 mil pessoas passem pela arena em cada dia do evento.

Teremos um grande evento de esportes de neve em um país tropical. Iremos trazer os melhores atletas do mundo e os melhores brasileiros. Será um show – diz, empolgado André Spinola, que é tricampeão brasileiro de esqui alpino.



Realmente, será show!

Clique aqui e saiba mais sobre o evento!

sábado, 22 de agosto de 2009

Vocabulário básico de inglês para viagem de avião

Essa matéria foi escrita e publicada no site Turismo e Variedades.
Vale a pena conferir!

Todo mundo que viaja de avião pelo Brasil e principalmente no exterior, sabe que o inglês é a língua oficial.

Pensando nisso, listo aqui algumas palavras em inglês que são muito utilizadas e a sua referida tradução.

Aircraft – Aeronave ou avião.

Airline - Companhia aérea.

Boarding Pass - Documento entregue pela companhia aérea no ato do check-in, contendo os principais dados da passagem, como: nome do passageiro, número de vôo, destino e número da poltrona.

Business Class - Classe Executiva. Muitas companhias aéreas dão outros nomes a esta classe.

Charter Flight - Vôo Fretado. Tipo de vôo normalmente onde à empresa aérea aluga seu avião a agências de turismo. Por possuir um preço menor e se tratar de fretamento, o passageiro não pode remarcar as datas da viagem ou ter o bilhete endossado por outra empresa.

Check-In - Procedimento onde o passageiro retira o cartão de embarque, despacha bagagens e recebe informações sobre o vôo.

Code Share - Código Compartilhado. Acordo entre empresas aéreas que adotam dupla designação de número de vôo, visando aumentar sua participação no mercado e reduzir custos. O passageiro pode voar num avião de empresa diferente à qual comprou a passagem.

Crew - Tripulação. Também pode designar um tripulante.

Economy Class - Classe econômica. Muitas companhias aéreas dão outros nomes a esta classe.

First Class - Primeira Classe. Muitas companhias aéreas dão outros nomes a esta classe.

Galley - A área de armazenagem e preparação de alimentos e bebidas em um avião.

Landing - Pouso da aeronave

Low Cost ou Low Fare - Tipo de negócio adotado por inúmeras empresas aéreas, que visa maximização dos custos e redução do preço da passagem. O conceito teve origem nos Estados Unidos e popularizou-se na Europa durante os anos noventa. Neste tipo de negócio a empresa normalmente trabalha com alta tecnologia, frota padronizada, serviços simplificados e classe única. Atualmente é o único modelo de negócio realmente viável na aviação comercial.

No-Show - Designação para passageiro com reserva confirmada e passagem emitida que não se apresenta para embarcar.

Overbooking - Jargão do setor para os casos que o número de passageiros é maior que os lugares disponíveis em um vôo. Segundo as empresas aéreas, o overbooking é praticado devido à existência de no-show. Sendo assim, a empresa vende mais passagens do que o número real de assentos nos aviões.

Seat - Assento de um vôo.

Stop-over - Escala em um vôo onde os passageiros e/ou tripulantes obrigatoriamente devem desembarcar.

Take-Off - Decolagem. Momento em que a aeronave deixa o solo e começa a voar.

Interessante, né?
Não se esqueçam dessa palavras-chave em suas próximas viagens!

domingo, 2 de agosto de 2009

Turismo Espacial


Passou hoje no Fantástico uma matéria sobre um jornalista brasileiro que participará da primeira viagem de turismo fora da atmosfera!

O preço?! 400 mil reais!

É o treinamento de uma estréia que vai acontecer em 2010.

Trinta mil já assinaram que querem ir, querem experimentar o espaço, ver a gravidade zero. Eu sou um dos primeiros cem”, contou o jornalista Wilson da Silva.

Além do jornalista brasileiro, o fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté,também irá para fora da atmosfera e segundo ele, com uma "missão poética e social".

Guy foi a sétima pessoa a pagar para fazer turismo na Estação Espacial Internacional. Uma viagem de 12 dias custa 35 milhões de dólares. Antes dele, a maioria dos "turistas" eram magnatas do mundo empresarial ou tecnológico.

"Não sou cientista, não sou médico, não sou engenheiro, sou artista. Sou um criador, e tentarei fazer e cumprir esta missão com minha capacidade criativa e com o que a vida me deu como ferramenta", disse ele numa entrevista coletiva em Houston, transmitida pela Nasa. Ele disse que buscará se inspirar ao máximo no ambiente da microgravidade, e que pretende conscientizar as pessoas para o papel essencial da água para a vida da Terra. "A água é um recurso vital para um ser humano, e infelizmente está posta em perigo", afirmou ele.

"No futuro próximo, há um problema real diante de nós a respeito do acesso à água limpa. Esta já é a principal causa de mortes existente no planeta..., então me dou a missão de falar sobre isso", afirmou o empresário, pai de cinco filhos, de 2 a 12 anos de idade.

A Estação Espacial Internacional, será o maior complexo orbital de todos os tempos.

O criador do projeto é o britânico Richard Branson. Ele conta que ainda serão feitos muitos testes, porque “todo mundo tem que ter passagem de volta”. “Esse é o futuro do turismo espacial”, disse Branson. “Por alguns anos, esse vai ser o meio mais usado pra se chegar ao espaço”. A perspectiva é que após o início da operação o preço caia pela metade. O sonho dele é, no futuro, poder levar turistas à Lua.

Os aviões que irão carregar a nave com os turistas espaciais já estão prontos. A primeira exibição pública foi feita nos Estados Unidos para cerca de 200 mil pessoas na cidade de Oshkosh. Os aviões podem voar a 18 mil metros de altitude e são feitos quase integralmente de um material plástico levíssimo e super-resistente.

No mesmo festival de aviação em que os aviões foram expostos o público também pode observar um carro que vira avião. Carro-voador já existia em 1949, mas o atual tem uma grande vantagem. “O aerocarro levava 20 minutos pra se transformar em avião. Era mais fácil pegar um táxi. Nós fazemos a conversão em 30 segundos”, explica Carl Dietrich, doutor em aeronáutica por uma das melhores universidades dos Estados Unidos e projetor do modelo atual. O novo carro-voador chega ao mercado em dois anos e vai custar quase R$ 400 mil.

Acredita-se que hotéis espaciais poderão se tornar estações de férias populares em 20 anos.

No site da NASA é possível ver quando a Estação Espacial estará sobrevoando sobre sua cidade. Nesse momento ela certamente está pelo Brasil! Até 14 de agosto, podemos ter a oportunidade de enchergar a Estação.

Fiquem de olho no céu!

Informações e fotos retiradas: Do G1 (com informações do Fantástico) e site da NASA.